Alvos são servidores públicos e empresários, com endereços na capital e em Nova Lima.
Por Lucas Ragazzi, TV Globo — Belo Horizonte
16/07/2020 07h26 Atualizado há 38 minutos
Operação da Polícia Civil no bairro Belvedere, em BH, nesta quinta-feira (16) — Foto: Danilo Girundi/TV Globo
A Polícia Civil de Minas Gerais deflagrou, nesta quinta-feira (16), uma operação de busca e apreensão em endereços relacionados a agentes públicos e empresários ligados a um contrato do complexo prisional de parceria pública-privada (PPP) entre os Gestores Prisionais Associados (GPA) e o governo de Minas.
De acordo com informações obtidas pela TV Globo, o valor do contrato seria de R$ 2,1 bilhões, relativo ao sistema penitenciário de Ribeirão das Neves, na Grande BH. Há suspeitas de irregularidades na execução do contrato da PPP, inclusive superfaturamento.
Operação da Polícia Civil, em Belo Horizonte — Foto: Danilo Girundi/TV Globo
Treze mandados estão sendo cumpridos, nesta manhã, em cinco cidades mineiras. Em Belo Horizonte, há alvos no Belvedere, na Região Centro-Sul da capital e, em Nova Lima, no bairro Villa da Serra, na Região Metropolitana.
No Belvedere, foram apreendidos computadores e documentos.
Os alvos da operação são servidores públicos, como um advogado do estado e uma auditora da Controladoria-Geral do Estado (CGE), além de empresários.
Computadores e documentos foram apreendidos em BH, nesta quinta-feira (16) — Foto: Danilo Girundi/TV Globo
G1
Esse é o modelo que o Dória acha padrão (Ribeirão das Neves). Privatização eleita modelo pelo Governador de São Paulo.
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